Determinação, dedicação e perseverança são as marcas de Augusto Santin, piloto do Leão campeão em Interlagos

Por Tati Dias - Assessoria de Comunicação

Outros Esportes em 06/09/2018 Compartilhar

Augusto Santin, com 44 anos, já tem uma bela história trilhada no automobilismo. No último sábado (1), num feito inédito para o automobilismo paraense, à bordo do Expresso 33, o piloto foi vencedor na Fórmula Vee, em Interlagos-SP, resultado de muita garra e perseverança.

“Eu achava que ia chorar, mas fiquei tão concentrado, e do meio da corrida pra frente eu comecei a estudar o que eu ia fazer, querendo chegar no carro da frente e esperar o melhor momento. Eu sabia que se pegasse o vácuo eu ia passar, e realmente a vitória veio na melhor hora”, detalha o piloto, que tem o Clube do Remo como um de seus parceiros.

Santin chegou em primeiro com apenas 0s008 de vantagem sobre do segundo colocado Nathan Brito. E logo atrás veio Oscar Moraes Neto, 0s014 depois do vencedor. Com este resultado se manteve na quinta posição no Campeonato Paulista, agora com 140 pontos, e na briga pelo segundo lugar. Gabriel Paulino é o vice-líder com 176 pontos, seguido por Oscar Moraes Neto (152) e Cesar Gallagi (151). O título já é do paulista Heitor Nogueira.

Depois de uma chegada emocionante e um título inédito, Santin, hoje, é só alegria, mas segundo ele, para chegar até aqui não foi nada fácil.”A gente enfrenta muita dificuldade pra correr, pra estar aqui, falta patrocínio, apoio, é um esporte caro. Falta as empresas apoiarem o automobilismo, e aqui não temos essa cultura. Em quase todas as corridas eu tive problema, resolvia e chegava bem, largava em último mas chegava bem. Desta vez falei pro mecânico que era sempre na dificuldade, mas que ia dar certo, e deu. Perseverança, esse é o segredo”, acredita o piloto.

Santin quer ir além, conquistar muito mais pódios e servir de exemplo para futuros pilotos paraenses. “Meu sonho é ser campeão da Fórmula Vee Brasil. Ganhei em Interlagos, na minha melhor categoria no momento, todo mundo quer ganhar em Interlagos, nem Rubinho Barichello ganhou em Interlagos. Era o sonho dele. Eu quero que o Pará seja um celeiro de novos pilotos, e eu quero ser um apoiador e um exemplo”, disse o piloto, que começou no automobilismo com apenas 19 anos.

“Então estou muito feliz. Desde o começo eu sempre quis ganhar, em todo esporte você quer ser vencedor”, finalizou.

Fotos: Eder B. Martins



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